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sábado, 17 de agosto de 2013

CNBB:Iniciação Cristã – educação para a felicidade

Semana Nacional da Família: Iniciação Cristã – educação para a felicidade



       Durante a Semana Nacional da Família (SNF) que está sendo realizada, entre os dias 11 e 17 de agosto, em paróquias e comunidades de todo o Brasil, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família (CEPVF), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), preparou alguns textos para aprofundamento e reflexão.
       Este ano, o tema da SNF é “Transmissão e educação da fé cristã na família”, dentro desse contexto, a CEPVF divulgou mais um texto para colaborar com as atividades, e grupos de estudos que estão sendo realizadas pelas dioceses do país.
       Confira a mensagem:


Iniciação Cristã – educação para a felicidade

O ser humano é imagem e semelhança de Deus, para viver e conviver com Ele. Nem o ateísmo, nem o agnosticismo, nem a indiferença religiosa são situações naturais da pessoa humana e tampouco podem ser situações definitivas para uma sociedade. Todos nós estamos ligados essencialmente a Deus, como uma casa o está com relação ao engenheiro ou arquiteto que a construiu.

As dolorosas consequências dos nossos pecados podem obscurecer este horizonte, mas cedo ou tarde sentimos a falta da casa e do amor do Pai do Céu. Acontece conosco o que aconteceu com o filho pródigo da parábola: não deixou de ser filho quando foi embora da casa do seu pai e, por isso, apesar de todos os seus extravios, terminou sentindo um desejo irresistível de voltar. De fato, as pessoas que experimentam a misericórdia tem sempre saudade de Deus.

Consciente desta realidade, a família cristã apresenta, ensina, fala, expressa a presença de  Deus no horizonte da vida dos seus filhos que desde os primeiros momentos da sua existência consciente,  respiram e assimilam essa presença misteriosa de amor. A família é o lugar onde o filho é sempre filho: quando bem “comportado” ou quando se desvia daquilo que é o sonho dos pais para eles. Essa certeza deve ser o que o trará de volta, caso tenha se afastado da família. Isto os ajuda a descobrir e experimentar o amor acolhedor de Deus, e como consequência os leva com entusiasmo aos sacramentos de iniciação cristã.

A família é, também, a primeira experiência de Igreja que recebe uma pessoa, pois nela a pessoa recebe uma primeira e elementar iniciação à fé, recebe os sacramentos mais importantes e tem a primeira experiência da caridade.

De fato, nascendo, os pais levam seus filhos para serem batizados e se comprometem a educa-los e iniciá-los á Vida Cristã, para que possam receber os demais sacramentos que confirmam e sustentam a fé: Confirmação e Eucaristia. Quando já têm a capacidade de entender algo, ensinam-lhes as primeiras orações, abençoam os alimentos com eles, usam sinais religiosos, e iniciam-lhes nos primeiros passos do amor à Mãe de Jesus.

Quando já são capazes de compreender algo, leem com eles a Palavra de Deus e a explicam de uma maneira singela e acessível. No momento de assumir as responsabilidades de sua vocação pessoal: matrimonial, presbiteral, religiosa, ou celibatária no meio do mundo, estão com eles. Desde o mesmo momento do seu nascimento, mostram-lhes um imenso carinho e uma constante dedicação, sobretudo, quando estão doentes ou têm alguma má formação ou deficiência física e/ou psíquica.

A educação na centralidade do amor a Deus não para nos sacramentos da Iniciação Cristã, mas continua a ser realizada pelos pais sobretudo através das realidades da vida diária: rezando em família nas refeições, estimulando nos filhos a gratidão a Deus pelos dons recebidos, recorrendo a Ele nos momentos de dor em qualquer uma das suas formas, participando na missa dominical com eles, acompanhando-os para receber o sacramento da Reconciliação, e outras.

Uma experiência particularmente intensa de Igreja em família acontece quando pais e filhos participam na Missa do domingo. Nela, ao reunir-se com outras famílias e outros irmãos na fé, escutam a Palavra de Deus, rezam pelas necessidades de todos os necessitados e se alimentam de Cristo imolado por nós. A fé cresce e se desenvolve com estas experiências tão bonitas que dão sentido à vida ordinária, infundem paz no coração.

- Educar para o amor a Deus consequentemente nos impulsiona ao amor aos irmãos. A pergunta do doutor da Lei só incluía “qual é o primeiro mandamento”. Mas Jesus, ao responder-lhe, acrescentou: o segundo, semelhante a este é: “amarás o próximo como a ti mesmo” (Mt 22, 39). O amor ao próximo, portanto, é “o seu mandamento” e “o distintivo” dos seus discípulos. “Se não amamos o próximo a quem vemos, como vamos amar a Deus, a quem não vemos?”(Jo,4,20).

A Catequese Familiar é uma grande proposta evangelizadora para pais e filhos, ambos são evangelizados e evangelizam-se.

Uma experiência, entre tantas, é a da Paróquia Santa Cruz, em Santa Cruz das Palmeiras-SP, que percebeu a eficiência e propriedade quando os pais ensinavam pela vida e catequese os valores cristãos/católicos para os seus filhos.

Vale a pena investirmos na Catequese Familiar, ela pode ser um precioso recurso para a Iniciação na Vida Cristã.


Padre Wladimir Porreca
Assessor Nacional para a Vida e a Família - CNBB


Igreja no Egito

Mais de 600 mortos e cerca de 40 igrejas atacadas em confrontos no Egito



       Protestos tomaram as ruas do Egito ontem (dia 16) depois do massacre de mais de 600 pessoas durante ação de remoção de pessoas acampadas no Cairo, na última quarta-feira (dia 14). O protesto foi denominado ‘dia de fúria’ e motivado pela Irmandade Muçulmana, grupo político do presidente deposto Mohamed Morsi.
       Informações do Ministério da Saúde contam mais de 4200 feridos. Apesar de todos esses números, a situação ainda está longe de voltar à calma. A Irmandade Muçulmana convocou uma semana de protestos diários em todo o país.
       No total, cerca de 40 igrejas foram queimadas ou depredadas. Mesmo com o apelo do Papa, a reconciliação no país será difícil. “Houve muitas manifestações da Irmandade Muçulmana e a violência não era apenas nas igrejas, mas também nas instituições. Foram incendiadas também estações da polícia. Cerca de 40 igrejas – 10 católicas e 30 entre ortodoxas, protestantes e grego-ortodoxas – foram depredadas ou queimadas, se não totalmente destruídas”, comentou o padre Rafic Greiche, porta-voz dos bispos católicos egípcios.
       Papa Francisco durante a oração mariana do Angelus na última quinta-feira (dia 15), em Castel Gandolfo, fez um apelo pela população do Egito. “Desejo assegurar as minhas preces a todas as vítimas e os seus familiares, aos feridos e os que sofrem. Rezemos juntos pela paz, o diálogo e a reconciliação naquela querida terra e no mundo inteiro. Maria, Rainha da Paz, rogai por nós”, rezou o Pontífice.
       O porta-voz dos bispos católicos egípcios, padre Rafiq Greiche, em entrevista para a Rádio Vaticano na sexta-feira (dia 16) falou sobre os conflitos e citou a repercussão da mensagem do Papa Francisco.

Pe. Rafiq Greiche – Assim que o Papa concluiu o Angelus, as pessoas, os católicos, bem como os ortodoxos e até mesmo os muçulmanos, publicaram em todos os lugares as suas palavras: nos jornais, em todos os sites web, como se todos estivessem esperando que o Papa falasse! Em particular, os católicos sentiram que o Papa se faz próximo deles, que reza por eles e que busca infundir-lhes esperança: é aquilo de que verdadeiramente precisam.

RV – Como está a situação no momento?
Pe. Rafiq Greiche - Houve violência não somente nas igrejas, mas também nas instituições: foram também incendiados postos policiais, 40 igrejas,  das quais 10 católicas e 30 entre ortodoxas, protestantes e greco-ortodoxas, que foram saqueadas ou incendiadas, quando não totalmente destruídas.

RV – O senhor vislumbra um caminho para a reconciliação?
Pe. Rafiq Greiche – Sinto muito ter que dizer que não será nada fácil alcançar a reconciliação, porque a Irmandade Muçulmana e todos os partidos muçulmanos não estão comprometidos com a busca de uma solução política. O povo quer um Egito pacífico, enquanto um pequeno grupo está difundindo violência e terror até mesmo nos vilarejos do Alto Egito.

Informações: Rádio Vaticano


Fonte: Santuário Nacional de Aparecida-SP

Encerramento da Semana Nacional da Família 2013

Igreja do Brasil encerra Semana Nacional da Família


Sagrada Família de Nazaré, verdadeiro modelo de família

       Dioceses e paróquias de todo o Brasil encerram neste sábado, dia 17, as celebrações da Semana Nacional da Família. O evento iniciou-se no dia 11 deste mês e objetivou refletir questões referentes à vocação para vida em família.
       De acordo com o coordenador nacional da Pastoral Familiar, Raimundo Leal, a Semana surgiu há 17 anos, a partir das catequeses preparatórias para o II Encontro Mundial com as Famílias no Rio de Janeiro em outubro de 1997, com a presença do então Papa, João Paulo II. “A Transmissão e educação da fé cristã na família” foi o tema principal da Semana Nacional 2013.
       Segundo o Presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Carlos Petrini, que é bispo de Camaçari (BA), a fé se transmite na família. Ele destaca que, embora a escola tenha papel importante na educação das crianças no contexto atual, nada substitui o que um pai e uma mãe falam a um filho.
       “‘Lá na escola eles vão apreender tudo’, mas isto não é plenamente verdade, porque na escola aprendem-se muitas coisas, mas nada pode substituir a voz do pai ou da mãe que falam das coisas mais profundas e preciosas na vida de uma pessoa”, afirmou. Em 2014, a Semana Nacional da Família terá início no dia 10 de agosto, segundo domingo do mês, dedicado aos pais.


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Visita do Papa às Clarissas

Clarissas contam como foi a visita do Papa ao Mosteiro de clausura



       Antes da Santa Missa celebrada nesta quinta-feira, dia 16, em Castel Gandolfo, o Santo Padre encontrou as Clarissas do Mosteiro de clausura de Albano. O encontro durou cerca de quarenta e cinco minutos.
       Para a Madre abadessa, Maria Assunta Fuoco, o encontro com o Pontífice foi uma oportunidade para ouvir as orientações do Santo Padre, diretamente às religiosas. Uma experiência, segunda ela, breve, mas muito intensa. "É difícil expressar os sentimentos que vivemos neste breve, mas intenso encontro, porém, o Santo Padre deixou-nos o seguinte: exortou-nos a viver profundamente a nossa vocação permanecendo fiéis ao nosso carisma, portanto, naquela simplicidade, naquela busca de essencialidade, naquela pobreza que nos faz sentir, todas, irmãs. Portanto, esta busca forte de viver uma relação fundada no amor do Senhor”.
       Segundo a irmã, as palavras do Papa Francisco expressaram a sua “rica humanidade”, que não se detém nos acessórios, mas busca a profundidade, fortemente revelada por meio de sua presença. “É um momento que é difícil expressar verdadeiramente! Porém, foi uma alegria e uma força que chama ainda mais a uma responsabilidade autêntica, verdadeira, da nossa resposta ao Senhor pela Igreja e pelo Santo Padre”, contou a religiosa.
       O bom humor do Papa Francisco também contagiou as irmãs. "Contou-nos uma coisa simpática, bonita, que nos fez a todos sorrir, inclusive ele mesmo: Maria está à porta do Paraíso; São Pedro nem sempre abre a porta quando chegam os pecadores e, então, Maria sofre um pouco, porém, permanece ali. E à noite, quando se fecham as portas do Paraíso, quando ninguém vê e ouve, Maria abre a porta do Paraíso e deixa entrar todos. Eis que nisto vimos a nossa missão, a nossa vocação”, relatou Irmã Maria Concetta, outra religiosa do Mosteiro de clausura de Albano.
       De acordo com Irmã Concetta, a vocação à vida contemplativa, na clausura, não é compreendida nos dias atuais. No entanto, isso não lhe importa muito. Para ela, o essencial da vocação está na identidade do próprio carisma contemplativo, visto por Deus e mais ninguém.
       “Hoje o Papa, em poucas palavras, nos disse isso. No silêncio, na escuridão, na noite, quando ninguém vê, ninguém sabe, ninguém ouve, quanta gente passa diante dos mosteiros de vida contemplativa e nem mesmo sabe quem está lá dentro e porque estão ali! Neste silêncio, nesta noite, se realiza a nossa missão, ou seja, poder abrir as portas do Paraíso para que toda a humanidade possa entrar, todos os homens, irmãos e irmãs que talvez nem mesmo conheçam, nem mesmo saibam e talvez não tenham o dom fé. Como Maria, abrir a porta; dar novamente confiança, esperança. Ninguém sabe... mas não importa. Porém, Deus o sabe, o sabe Maria!", disse.


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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

CNBB: Avaliação positiva para o Curso dos Novos Bispos

Curso dos Novos Bispos termina com avaliação positiva



       Hoje (dia 16), o último dia do 24º Encontro dos Novos Bispos, realizado na CNBB, teve uma programação diferenciada. Os novos bispos visitaram a sede da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB). Com 57 anos de existência, a entidade tem uma missão bem específica de animar a vida religiosa consagrada no país, contribuindo para a evolução e seu processo de organização. Ainda no período da manhã, os bispos fizeram uma avaliação do encontro e, em seguida, participaram do almoço de encerramento. Durante uma semana, os novos bispos de diferentes partes do Brasil vieram a Brasília para formação deste início do ministério episcopal, com acompanhamento da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB.
       Na oportunidade, o novo grupo do episcopado conheceu as instalações e os trabalhos realizados pelas comissões e departamentos da Conferência dos Bispos, e visitou a Nunciatura Apostólica para um diálogo com o Núncio, dom Giovanni D´Aniello. No curso, os bispos também tiveram contato com os documentos da CNBB e estudaram temas como o “Direito Canônico”, “O bispo e sua missão”, “O bispo como animador da liturgia”, entre outros.
       Na quarta-feira (dia 14), os novos bispos visitaram a sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM) e o Centro Cultural Missionário (CCM). Os prelados conheceram as instalações, os subsídios disponíveis para animação missionária e os cursos de formação. O trabalho de animar e aprofundar a consciência missionária da Igreja em todo o Brasil é feito em estreita comunhão com a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária da CNBB, os Conselhos Missionários Regionais (Comires), a Comissão para a Missão Continental, a Comissão para a Amazônia, o CCM, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), entre outros organismos.
       O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, falou aos novos bispos sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, na quinta-feira (15). Ele ressaltou aos bispos a missão da Conferência em ser um organismo de comunhão e a expressão de colegialidade dos bispos do Brasil. “Temos as Diretrizes Gerais que buscam expressar essa comunhão e dar fundamentos à ação evangelizadora da Igreja no Brasil. Elas tornaram um sinal de uma Igreja que deseja evangelizar, profundamente encarnada e que testemunha o evangelho, uma Igreja samaritana. As diretrizes expressam um grande desejo dos bispos de serem mais evangelizadores, levando em conta especialmente o Documento de Aparecida, buscando encarnar cinco urgências fundamentais que constam no texto”.
       Avaliando o Curso dos Novos Bispos, dom Leonardo reforçou que este é um momento importante para a Conferência Episcopal. “Eles vêm para a casa dos bispos que é a CNBB. Conhecem um pouco o modo como trabalhamos, fazem contato com as comissões, assessores, mas também com os funcionários. Podem ouvir de bispos que estão há mais tempo exercendo seu ministério e saber da organização da Igreja particular que é sinal de comunhão, de ajuda e quando necessário poderem recorrer ao secretariado”, disse dom Leonardo.

Conheça os novos bispos
> Dom João Francisco Salm - bispo de Tubarão (SC)
> Dom Vital Corbellini - bispo de Marabá (PA)
> Dom Elio Rama - bispo de Pinheiro (MA)
> Dom Eraldo Bispo da Silva - bispo de Patos (PB)
> Dom Darci José Nicioli - bispo Auxiliar de Aparecida (SP)
> Dom Valdir Mamede - bispo auxiliar de Brasília (DF)
> Dom José Mario Scalon Angonese - bispo auxiliar de Curitiba (PR)
> Dom Gabriele Marchesi - bispo de Floresta (PE)
> Dom Marco Aurélio Gubiotti - bispo de Itabira (MG)
> Dom Luiz Antonio Cipolini - bispo de Marília (SP)
> Dom José Aparecido - bispo auxiliar de Brasília (DF)
> Mons. José Maria Chaves dos Reis - bispo de Abaetetuba
> Mons. João Gilberto de Moura - bispo de Jardim
> Mons. José Carlos Brandão Cabral - bispo de Almenara
> Mons. Luiz Fernando Lisboa - bispo de Pemba Moçambique


CNBB: Missão em Guiné-Bissau

Comire do Regional Sul 2 colabora com missão em Guiné-Bissau



       Membros do Conselho Missionário Regional estiveram reunidos nesta quinta-feira, 15 de agosto, na sede do Regional Sul 2 da CNBB em Curitiba (PR). A pauta do encontro foi impulsionar a Missão Católica que as dioceses do Paraná estão articulando na cidade de Quebo, Diocese de Bafatá, em Guiné Bissau.
       Presente na reunião, o bispo de Bafatá, dom Pedro Zilli, manifestou sua alegria pelos passos que estão sendo dados nesta ajuda pelo Conselho Missionário Regional do Sul 2 (COMIRE). Zilli agradeceu pelo recente auxílio que as dioceses do Paraná propiciaram aos 19 jovens guineenses que vieram participar da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro.
       A reunião, que se desenvolveu num clima fraterno e festivo, contou também com a presença de dom Sérgio Arthur Braschi, Presidente do Conselho Missionário Nacional, e de dom Rafael Biernaski, secretário do Regional.
       Dom Pedro gravou um depoimento sobre esta parceira, e respondeu a várias perguntas sobre a Missão Católica, apresentadas pelos membros do COMIRE. O DVD com a entrevista deverá ficar pronto em um mês, e enviado às paróquias que já se envolveram na missão de Guiné Bissau.
       Os membros do COMIRE presentearam dom Pedro com um poço feito em papel, simbolizando a articulação de milhares de crianças da Infância Missionária do Paraná. Elas realizaram uma mobilização para a arrecadação de fundos para a perfuração de um poço artesiano no terreno onde será construída a casa para os missionários, antes de eles ir morar na região de Quebo, previsto para o início de 2015.


Fonte: 

Peregrinação de Nossa Senhora da Penha

Imagem de Nossa Senhora da Penha peregrinará por regiões do RJ



       Comemorado sempre no primeiro domingo de outubro, o dia de Nossa Senhora da Penha anima os devotos e atrai os peregrinos que — à semelhança do fazendeiro que deu origem à devoção ao ser salvo do ataque de uma serpente — procuram o Santuário de Nossa Senhora da Penha para agradecer ou pedir a proteção da Mãe de Deus.
       Já na sua 378ª edição, a tradicional Festa de Nossa Senhora da Penha começa já neste domingo, 18 de agosto, quando a imagem da Virgem da Penha deixará o Santuário e seguirá para a Paróquia São Judas Tadeu, no Cosme Velho. O reitor do Santuário, Padre Serafim Fernandes, explicou que há cerca de treze anos, por ocasião da Festa de Nossa Senhora da Penha, a imagem da Padroeira visitava uma paróquia da região a cada domingo. Ele também detalhou como será esta peregrinação.
       "Este ano, a festa de Nossa Senhora da Penha, como já vem acontecendo hà 378 anos, vai ter muitas novidades como, por exemplo, neste domingo, 18, quando se inicia a peregrinação da imagem pelas paróquias. Semanalmente, a imagem estará em uma paróquia diferente. Então, dia 18, sairemos em carreata do Santuário, com destino à São Judas Tadeu, no Cosme Velho", explicou o reitor.
       A Igreja de Nossa Senhora da Penha de França, popularmente conhecida como Igreja da Penha é um tradicional santuário católico localizado no bairro da Penha, na Vila Cruzeiro, na cidade do Rio de Janeiro-RJ, no Brasil.
       Erguida no alto de uma pedra, é famosa pelos 382 degraus da escadaria principal, onde muitos fiéis pagam promessas, subindo a pé ou de joelhos. O Santuário possui também um bondinho, recentemente reformado, com capacidade para transportar cerca de quinhentas pessoas por hora, gratuitamente.


Fonte: Canção Nova Notícias

Cardeal Damasceno recebe carta do Papa

Cardeal de Aparecida-SP recebe carta de agradecimento do Papa



       O Cardeal Arcebispo de Aparecida-SP, Dom Raymundo Damasceno Assis, recebeu uma carta com a mensagem do Papa Francisco em agradecimento pela acolhida recebida no Brasil e, em especial, na cidade de Aparecida-SP.
       Na mensagem o Papa agradece toda a gentileza que recebeu durante sua estada no Brasil especialmente em Aparecida-SP, lembra dos fiéis que enfrentaram frio e chuva para vê-lo em sua passagem pelo Santuário Nacional, reza por todas as dioceses e prelazias do Brasil, e por fim, pede que todos rezem por ele.

Confira a mensagem completa:


Querido irmão,

Venho renovar-lhe a expressão do meu agradecimento e, através de sua pessoa, a todos quantos o mesmo seja devido nessa amada diocese, particularmente no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, pelo carinho que me receberam e tudo predispuseram da melhor maneira para que eu pudesse visitar a casa da Mãe de todos os brasileiros.

Guardo indeléveis, na memória e no coração, as imagens daquela ativa assembleia litúrgica e da multidão festiva que na esplanada do Santuário, mesmo com frio e a chuva, quiseram acompanhar-me na minha peregrinação à Aparecida. Sem dúvidas foi também uma oportunidade para reviver as belas recordações da minha permanência no Santuário, durante a Quinta Conferência do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, Confiei a Ela, Nossa Mãe, a vida de cada brasileiro, bem como pedi que fizesse arder no coração de cada sacerdote desse imenso País um zelo sempre maior por anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo.

Peço-lhe também para que, na sua qualidade de Presidente da CNBB, se faça intérprete do meu vivo apreço e gratidão aos Bispos do Brasil, a todos os párocos, pastorais e movimentos eclesiais pelo carinho e empenho postos na preparação e realização da Jornada Mundial da Juventude. Esta foi, certamente, um evento em que o Senhor cumulou de graças a Igreja que está no Brasil. Faço votos para que as sementes que foram lançadas possam frutificar permitindo uma nova primavera para a Igreja nesta amada Nação.

Reconhecido, retribuo todas as gentilezas recebidas, confiando a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, as dioceses e prelazias brasileiras, juntamente com os seus pastores, enquanto de coração  a todos concedo uma especial Benção Apostólica e peço que, por favor, não deixem de rezar por mim.

Vaticano, 2 de Agosto de 2013.


Fonte: Canção Nova Notícias

Festa na Congregação dos Salesianos

Salesianos festejam 198 anos do nascimento de Dom Bosco



       A família salesiana está em festa. Nesta sexta-feira, dia 16, a Congregação dos Salesianos celebra o 198º aniversário de Dom Bosco. Por ocasião da comemoração, o Reitor da Congregação, Padre Pascual Chávez Villanueva, celebrou uma Missa em memória do santo na Praça da Basílica de Dom Bosco, próxima a Asti, na região da Lombardia, norte da Itália.
       Para o responsável pelo Escritório de Comunicação Social dos salesianos, padre Filiberto Gonzáles, esta festa tem um sentido muito particular para os salesianos. Trata-se de uma recordação rica, fundada sobre a história da salvação como congregação.  “A festa adquire também o sentido de um dom ‘profético’, isto é, torna-se para nós um grande compromisso em responder fielmente a Deus, como respondeu Dom Bosco, e ser uma Congregação que junto à Igreja responde a Deus”.
       E por ocasião do bicentenário de nascimento do santo, data que será comemorada em 2015, a Congregação preparou um triênio de aprofundamento. No primeiro ano do triênio, foi abordada a história de Dom Bosco, a fim dos jovens conhecerem-no. No segundo, foi refletida a espiritualidade pedagógica e este terceiro ano, inaugurado hoje, é dedicado à espiritualidade.
       “Queremos caminhar justamente na santidade de Dom Bosco, aquela que ele nos ensinou: fazer tudo e viver para a glória de Deus e a salvação das almas, de modo particular a salvação dos jovens”. E diante dos desafios e dificuldades em relação à juventude atual, padre Filiberto conta que, nestas dificuldades, os jovens encontram a falta de um sentido e de esperança. E nesse contexto, o santo turinense tem muito a oferecer.
       “Em primeiro lugar, a alegria da vida. A vida não é uma vida de sofrimento, mas é uma vida verdadeiramente bonita, porque Deus a deu àqueles a quem ama. Para nós, dizer a eles que a vida é o maior e mais belo presente que Deus nos deu é dizer a eles que a vida tem um sentido e um futuro. O santo turinense, Dom Bosco, oferece a sua proximidade: estar onde eles estão. Para nós, de fato, o critério da vida é estar onde se encontram os jovens”.


Fonte: Canção Nova Notícias

Matrículas do Sisutec

MEC prorroga prazo para matrícula dos selecionados no Sisutec



       O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para a divulgação dos resultados da segunda chamada do processo seletivo e a matrícula dos candidatos convocados no Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec). O prazo seria encerrado nesta sexta-feira, dia 16. Portaria publicada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União também fixa prazo para as inscrições online em vagas remanescentes.
       O prazo da matrícula para os convocados na primeira chamada foi prorrogado para o próximo dia 20. Os resultados da segunda chamada serão divulgados no dia 22 e as matrículas dessa etapa poderão ser feitas entre os dias 23 e 27 deste mês.
       As vagas remanescentes serão ocupadas em livre concorrência, por meio de inscrição na página do programa na internet, entre os dias 29 de agosto e 16 de setembro. As instituições de ensino credenciadas no Sisutec poderão alterar a data de início das aulas, observando como limite o dia 21 de outubro. O Sisutec oferece vagas gratuitas em cursos técnicos para quem estiver terminando o ensino médio. A seleção é feita por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012.
       A primeira edição do Sisutec teve 383.080 inscritos. Como cada candidato podia fazer até duas opções, foram 737.229 inscrições. Os cursos mais procurados foram técnico em segurança do trabalho, com 89.656 inscrições para 13 mil vagas, seguido de técnico em informática, com 71.850 candidatos para 23 mil vagas. Do total de inscrições, 57% foram feitos por mulheres. Os cursos noturnos tiveram a preferência.
       Do total de vagas, 85% são destinadas aos candidatos que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsista integral. As vagas são oferecidas em instituições da rede pública, privada e do Sistema S. Os cursos têm de um a dois anos de duração, com carga horária entre 800 e 1.200 horas-aula.


Fonte: Canção Nova Notícias

Pastoral do Menor: Polo de Inclusão Digital

Pastoral do Menor inaugura Polo de Inclusão Digital em Manguinhos


       Uma iniciativa que visa promover ações que diminuam a condição de vulnerabilidade social de crianças e adolescentes, preferencialmente de baixa renda, através da inclusão digital e social. Este é o objetivo do Polo de Inclusão Digital, idealizado pela Pastoral do Menor. Nesta quarta-feira, dia 14, o 25º Polo foi inaugurado na Comunidade do Mandela, no Complexo de Manguinhos.
       Realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia, o Polo de Inclusão Digital é uma proposta de fortalecimento da cultura dentro do espaço comunitário. Uma das novidades é que, diferente dos anteriores, este polo foi nomeado como Casa Rio Digital Papa Francisco. Além dos cursos, os polos também estão abertos para os familiares dos alunos e população em determinados horários e oferecem acesso à Internet para pesquisas e consultas em geral.
       A inauguração contou com a presença do Vigário Episcopal para Caridade Social, Cônego Manuel Manangão; do Assistente Eclesiástico padre Aldo de Souto Santos, do Vigário Episcopal Leopoldina, padre Alex Siqueira e do bispo animador da região, Dom Roque Costa Souza.
       Segundo Dom Roque, o Polo de Inclusão Digital é também uma oportunidade de despertar vocações. "Dentro da ação evangelizadora da Igreja é criado um projeto social que não vai somente tirar os jovens de outros caminhos, mas também oferecer uma proposta de vida, de até mesmo de uma vocação. É uma oportunidade de despertar dons para prestar serviços para a comunidade também. Esta não é somente uma lan house para ficar se divertindo simplesmente, mas é todo um processo de educação. Lá estarão os monitores, dentro de toda uma programação para levar a essas crianças, jovens e adolescentes a uma descoberta", disse.
       A nova Escola de Inclusão Digital fica localizada à Capela São Miguel Arcano, na Rua 20 quadra 28. As atividades acontecem de 2ª. a 6ª. feira, das 9h às 17h.. E os interessados podem se inscrever no local.


Fonte: Canção Nova Notícias

Pedido de Paz

"Apelo do Papa foi raio de esperança", diz porta-voz de bispos católicos egípcios



       No Egito martirizado pelas violências e pelos temores de uma guerra civil, as palavras do Papa Francisco no Angelus desta quinta-feira, dia 15, chegaram como um pequeno raio de esperança. Um apelo em favor da paz e do diálogo que foi apreciado pelos cristãos, mas também pelos muçulmanos do país. Foi o que ressaltou o porta-voz dos bispos católicos egípcios, padre Rafiq Greiche.
       “Assim que o Papa concluiu o Angelus, as pessoas, os católicos, bem como os ortodoxos e até mesmo os muçulmanos, publicaram em todos os lugares as suas palavras, como se todos estivessem esperando que o Papa falasse! Em particular, os católicos sentiram que o Papa se faz próximo deles, que reza por eles e que busca infundir-lhes esperança: é aquilo de que verdadeiramente precisam”, disse.
       Sobre a situação na região, padre Rafiq informou que o quadro é de violência. Na noite desta quinta-feira, segundo ele, foram incendiados postos policiais; 40 igrejas – das quais 10 católicas e 30 entre ortodoxas, protestantes e greco-ortodoxas – foram saqueadas ou incendiadas, quando não totalmente destruídas.
       O sacerdote afirma com pesar que não será fácil alcançar a reconciliação na região. “O povo quer um Egito pacífico, enquanto um pequeno grupo está difundindo violência e terror até mesmo nos vilarejos do Alto Egito.”


Fonte: Canção Nova Notícias - Papa Francisco

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Papa Francisco: Angelus - 15/08/2013

Angelus com o Papa Francisco



ANGELUS
Praça da Liberdade – Castel Gandolfo
Quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Boletim da Santa Sé


Queridos irmãos e irmãs,

Ao término desta Celebração nos dirigimos à Virgem Maria com a oração do Angelus. O caminho de Maria rumo ao Céu começou com aquele “sim” pronunciado em Nazaré, em resposta ao Mensageiro celeste que lhe anunciava a vontade de Deus para ela. E na realidade é justamente assim: cada “sim” a Deus é um passo rumo ao Céu, rumo à vida eterna. Porque o Senhor quer isto: que todos os seus filhos tenham a vida em abundância! Deus nos quer todos consigo, na sua casa!

Aparecem infelizmente notícias dolorosas do Egito. Desejo assegurar a minha oração por todas as vítimas e s seus familiares, pelos feridos e por todos os que sofrem. Rezemos juntos pela paz, pelo diálogo, pela reconciliação naquela querida Terra e no mundo inteiro. Maria, Rainha da Paz, rogai por nós: todos digamos: Maria, Rainha da paz, rogai por nós.

Desejo recordar o 25º aniversário da Carta Apostólica Mulieris dignitatem, do Beato Papa João Paulo II, sobre a dignidade e a vocação da mulher. Este documento é rico de ideias que merecem ser retomadas e desenvolvidas; e na base de tudo está a figura de Maria. Façamos nossa a oração presente no fim desta Carta Apostólica (cfr n.31): a fim de que, meditando o mistério bíblico da mulher, condensado em Maria, todas as mulheres encontrem a si mesmas e a plenitude da sua vocação e em toda a Igreja se aprofunde e se entenda mais o tão grande e importante papel da mulher!

Agradeço a todos os presentes, moradores de Castel Gandolfo e peregrinos! Agradeço vocês, moradores de Castel Gandolfo: muito obrigado! E todos os peregrinos, em particular aqueles de Guiné com o seu Bispo.

Saúdo com afeto as alunas do Colégio Pasionista “Michael Ham” de Vicente López, Argentina; bem como os jovens da banda de música do Colégio José de Jesus Rebolledo de Coatepec, México.

E agora, todos juntos, rezemos à Maria:
Angelus Domini…

Desejo a vocês boa festa hoje, dia de Maria: boa festa e bom almoço!


Fonte: Canção Nova Notícias - Papa Francisco

Papa Francisco: Paz no Egito

No Angelus, Papa reza pela paz no Egito



       Após celebrar a Santa Missa em Castel Gandolfo na Solenidade da Assunção de Maria, Papa Francisco rezou o Angelus com os fiéis nesta quinta-feira, dia 15. Ele recordou as notícias dolorosas do Egito, devido às situações de conflito, pedindo a paz para a região. “Rezemos juntos pela paz, pelo diálogo, pela reconciliação nesta querida Terra e no mundo inteiro”, disse.
       E recordando a Solenidade da Assunção de Maria, Francisco lembrou que o caminho dela rumo ao Céu começou com o seu “sim” a Deus. Da mesma forma acontece com o ser humano.
       “Na realidade, é justamente assim: cada ‘sim’ a Deus é um passo para o Céu, para a vida eterna. Porque o Senhor quer isto: que todos os seus filhos tenham a vida em abundância! Deus nos quer todos consigo, na sua casa!”, disse.
       O Papa recordou ainda o 25º aniversário da Carta Apostólica Mulieris dignitatem, do Beato Papa João Paulo II, sobre a dignidade e a vocação da mulher. “Façamos nossa a oração presente no fim desta Carta Apostólica (cfr n.31): a fim de que, meditando o mistério bíblico da mulher, condensado em Maria, todas as mulheres encontrem a si mesmas e a plenitude da sua vocação e em toda a Igreja se aprofunde e se entenda mais o tão grande e importante papel da mulher!”.


Fonte: Canção Nova Notícias - Papa Francisco

Papa Francisco: Homilia da Solenidade da Assunção de Maria

Homilia do Papa na Solenidade da Assunção de Maria



HOMILIA
Missa na Solenidade da Assunção de Maria
Praça da Liberdade – Castel Gandolfo
Quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Boletim da Santa Sé


Queridos irmãos e irmãs!

Ao término da Constituição sobre a Igreja, o Concílio Vaticano II deixou uma meditação belíssima sobre Maria Santíssima. Recordo somente as expressões que se referem ao mistério que celebramos hoje: a primeira é esta: “A imaculada Virgem, preservada imune da mancha de pecado original, ao fim do curso de sua vida terrena, foi assunta à glória celeste com seu corpo e a sua alma, e pelo Senhor exaltada como a rainha do universo” (n. 59). E então, no fim, há esta outra: “A Mãe de Jesus, como no céu, glorificada em corpo e alma, é a imagem e a primícia da Igreja que deverá ter o seu cumprimento na idade futura, assim na terra brilha como sinal de segura esperança e de consolação pelo Povo de Deus em caminho, enquanto não chega o dia do Senhor” (n. 68). À luz deste belíssimo ícone de nossa Mãe, podemos considerar a mensagem contida nas Leituras bíblicas que escutamos há pouco. Podemos concentrar-nos sobre três palavras-chave: luta, ressurreição e esperança.

O trecho do Apocalipse apresenta a visão da luta entre a mulher e o dragão. A figura da mulher, que representa a Igreja, é por um lado gloriosa, triunfante, e por outro está ainda em caminho. Assim de fato é a Igreja: se no Céu está já associada à glória de seu Senhor, na história vive continuamente as provas e os desafios que comporta o conflito entre Deus e o maligno, o inimigo de sempre. E nesta luta que os discípulos de Jesus devem enfrentar – nós todos, todos os discípulos de Jesus devem enfrentar esta luta – Maria não nos deixa sozinhos; a Mãe de Cristo e da Igreja está sempre conosco. Sempre, caminha conosco, está conosco. Também Maria, em certo sentido, partilha esta dupla condição. Ela, naturalmente, entrou de uma vez por todas na glória do Céu. Mas isto não significa que esteja distante, que esteja separada de nós; antes, Maria nos acompanha, luta conosco, apoia os cristãos no combate contra as forças do mal. A oração com Maria, em particular o Rosário – mas ouçam bem: o Rosário. Vocês rezam o Rosário todos os dias? Mas não sei… (os presentes gritam: Sim!). É mesmo? Então, a oração com Maria, em particular o Rosário tem também esta dimensão “agonística”, isso é, de luta, uma oração que apoia na batalha contra o maligno e os seus cúmplices. Também o Rosário nos apoia na batalha.

A segunda Leitura nos fala da ressurreição. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios, insiste no fato de que ser cristão significa crer que Cristo verdadeiramente ressuscitou dos mortos. Toda a nossa fé se baseia nesta verdade fundamental que não é uma ideia, mas um acontecimento. E também o mistério da Assunção de Maria em corpo e alma está todo inscrito na Ressurreição de Cristo. A humanidade da Mãe foi “atraída” pelo Filho na sua passagem através da morte. Jesus entrou para sempre na vida eterna com toda a sua humanidade, aquela que havia tomado junto à Maria; assim ela, a Mãe, que O seguiu fielmente por toda a vida, seguiu-O com o coração, entrou com Ele na vida eterna, que chamamos também de Céu, Paraíso, Casa do Pai.

Também Maria conheceu o martírio da cruz: o martírio do seu coração, o martírio da alma. Ela sofreu tanto, no seu coração, enquanto Jesus sofria na cruz. A Paixão do Filho a viveu até o fim na alma. Esteve plenamente unida a Ele na morte, e por isto lhe foi dado o dom da ressurreição. Cristo é a primícia dos ressuscitados, e Maria é a primícia dos redimidos, a primeira “daqueles que são de Cristo”. É nossa Mãe, mas também podemos dizer que é a nossa representante, é a nossa irmã, a nossa primeira irmã, é a primeira dos redimidos que chegou ao Céu.

O Evangelho nos sugere a terceira palavra: esperança. Esperança é a virtude de quem, experimentando o conflito, a luta cotidiana entre a vida e a morte, entre o bem e o mal, crê na Ressurreição de Cristo, na vitória do Amor. Escutamos o Canto de Maria, Magnificat: é o cântico da esperança, é o cântico do Povo de Deus em caminho na história. É o cântico de tantos santos e santas, alguns notáveis, outros muitíssimo, desconhecidos, mas bem conhecidos por Deus: mães, pais, catequistas, missionários, padres, irmãs, jovens, também as crianças, avôs, avós: estes enfrentaram a luta da vida levando no coração a esperança dos pequenos e dos humildes. Maria diz: “A minha alma engrandece o Senhor” – também hoje canta a Igreja e o canta em toda parte do mundo. Este cântico é particularmente intenso lá onde o Corpo de Cristo sofre hoje a Paixão. Onde tem a Cruz, para nós cristãos, tem a esperança, sempre. Se não tem a esperança, nós não somos cristãos. Por isto eu gosto de dizer: não deixem roubar a esperança. Que não roubem a esperança, porque esta força é uma graça, um dom de Deus que nos leva adiante olhando o Céu. E Maria está sempre ali, próxima a esta comunidade, a estes nossos irmãos, caminha com eles, sofre com eles, e canta com eles o Magnificat da esperança.

Queridos irmãos e irmãs, unamo-nos, com todo o coração, a este cântico de paciência e de vitória, de luta e de alegria, que une a Igreja triunfante com aquela peregrina, nós; que une a terra com o Céu, que une a nossa história com a eternidade, rumo à qual caminhamos. Assim seja.


Fonte: Canção Nova Notícias - Papa Francisco

Papa Francisco: Santa Missa da Assunção de Nossa Senhora

Papa celebra na Assunção de Maria: “ela nunca nos deixa só”



       Nesta quinta-feira, dia 15, solenidade da Assunção de Maria, Papa Francisco dirigiu-se a Castel Gandolfo para celebrar a Santa Missa e rezar o Angelus com os fiéis da pequena cidade italiana. O Santo Padre concentrou sua homilia em três palavras-chave: luta, ressurreição e esperança, lembrando que Maria nunca deixa o homem sozinho.
       Mencionando um trecho do Apocalipse, Francisco falou da luta entre a mulher e o dragão, destacando que a mulher, que representa a Igreja, é por um lado gloriosa e triunfante. Ele lembrou que se vive continuamente os desafios da luta entre Deus e o maligno e, nessa luta, Maria nunca deixa o ser humano sozinho.
       “Ela, naturalmente, entrou de uma vez por todas na glória do Céu. Mas isto não significa que esteja distante, que esteja separada de nós; antes, Maria nos acompanha, luta conosco, apoia os cristãos no combate contra as forças do mal”.
       O Papa também falou da ressurreição de Cristo, uma crença inerente ao fato de ser cristão. “E também o mistério da Assunção de Maria em corpo e alma está todo inscrito na Ressurreição de Cristo. A humanidade da Mãe foi ‘atraída’ pelo Filho na sua passagem através da morte”.
       E sobre a esperança, a terceira palavra-chave da homilia, Francisco destacou que esta é a virtude de quem, experimentando o conflito, a luta cotidiana entre a vida e a morte, entre o bem e o mal, crê na Ressurreição de Cristo.
       “Escutamos o Canto de Maria, o Magnificat: é o cântico da esperança, é o cântico do Povo de Deus em caminho na história. (…) Onde tem a Cruz, para nós cristãos, tem a esperança, sempre. (…) E Maria está sempre ali, próxima a esta comunidade, a estes nossos irmãos, caminha com eles, sofre com eles, e canta com eles o Magnificat da esperança”.


Fonte: Canção Nova Notícias - Papa Francisco

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Arquidiocese de Maringá-PR: Festividades da Padroeira

15 de agosto: Dia de Nossa Senhora da Glória, padroeira de Maringá-PR e da Arquidiocese de Maringá-PR



       Nesta quinta-feira (dia 15) a cidade de Maringá-PR e a Arquidiocese de Maringá-PR celebram o dia da Padroeira Nossa Senhora da Glória. Às 9h, dentro da programação especial da Semana da Família 2013, haverá passeio ciclístico com saída da Praça da Catedral. A procissão com a imagem de Nossa Senhora da Glória sairá do Parque do Ingá, às 18h. Na sequência será celebrada a Santa Missa na Basílica.


Coleta para Guajará-Mirim-RO
       A coleta da Santa Missa do dia da Padroeira será destinada para a Diocese de Guajará-Mirim, Estado de Rondônia, dentro do projeto Igrejas irmãs. O objetivo é ajudar as dioceses mais necessitadas no Brasil.
       No fim de semana dos dias 17 e 18 de agosto, quando se celebra a Assunção de Maria, a coleta das missas de todas as paróquias da Arquidiocese de Maringá-PR será destinada para Guajará-Mirim-RO.


Fonte: Arquidiocese de Maringá-PR

CNBB: Liturgia no Curso dos Novos Bispos

Liturgia é tema de estudo no Curso dos Novos Bispos



       A Sagrada Liturgia foi tema de estudo do segundo dia do Curso dos Novos Bispos da CNBB, na manhã desta quarta-feira, 14 de agosto, com a assessoria do arcebispo de Mariana (MG), Dom Geraldo Lyrio Rocha. Os bispos refletiram a importância da animação litúrgica nas dioceses, sendo eles os responsáveis por orientar e incentivar suas comunidades paroquiais na vivência da Palavra. “O bispo é o grande animador e dinamizador da liturgia em sua diocese. E tudo o que diz respeito à missão evangelizadora da Igreja no Brasil, exige sempre mais a comunhão. Ser bispo é um ministério desafiador, ainda mais diante do contexto atual em que vivemos”, destacou Dom Geraldo.
       Com base nas orientações da Igreja sobre a Liturgia, Dom Geraldo abordou a função do bispo como responsável por animar a liturgia em sua diocese. Na oportunidade, ele reforçou que a iniciativa da CNBB em reunir os bispos para formação e acompanhamento contribui para a unidade episcopal, possibilitando um contato mais próximo dos pastores com a Igreja no Brasil através da Conferência, em comunhão com a Nunciatura Apostólica e a Santa Sé. “Oferecer aos novos bispos uma oportunidade de um encontro para que possam trocar ideias sobre vários aspectos do exercício do ministério episcopal”, novos bispos 2.
       Ainda sobre o Encontro dos Bispos, dom Geraldo considera ser “uma oportunidade para aprofundar e discutir muitos aspectos ligados ao Ministério Episcopal no pastoreio, no governo diocesano e administração da diocese”. No período da tarde de hoje, os novos bispos farão uma visita ao Congresso Nacional, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) e ao Centro Cultural Missionário (CCM). A programação do dia encerra com a celebração da eucaristia.
       Na quinta-feira (dia 15), terceiro dia do Encontro, o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner conversará com os novos bispos sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE). Também o subsecretário adjunto de Pastoral, padre Francisco Wloch apresentará as Comissões Episcopais Pastorais da CNBB, com a presença dos assessores da Conferência.


Fonte: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)